Sejam bem vindas, idéias!

Pense, inove, crie!
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Sejam bem vindas, idéias!

Sejam bem vindos ao nosso primeiro texto sobre empreendedorismo.

É! Podemos resumir o foco do nosso elo nesse termo: empreendedorismo. Estamos vivendo a era com maior fluxo de informações e dados da história. O que isso quer dizer? Bem, isso quer dizer muita coisa. Mas, nesse momento, nos interessa se atentar a uma delas: o fácil acesso a informação pode gerar negócios e projetos muito mais inovadores de maneira cada vez mais rápida. Além desse fator outro grande influenciador desse processo é o potencial criativo do brasileiro. E ainda mais, arrisco dizer, do nordestino. No nordeste, historicamente falando, as coisas sempre aconteceram a partir de atitudes empreendedoras. A escassez de recursos e a necessidade latente de serviços básicos, sempre forçaram os nordestinos a buscar soluções rapidamente, usando o que tinham a sua disposição. Essa característica que ainda hoje é presente na nossa região – embora o panorama geral tenha melhorado um pouco – é muito valiosa para o desenvolvimento de ideias e projetos relacionados à melhoria de vida das pessoas.   Temos alguns bons casos de sucesso de ideias nativas do nordeste que ganharam destaque nacional, e até internacional, por se tratar de projetos relevantes e de alto impacto para a comunidade. Mas deixaremos esse tema para um próximo post que pode se chamar “Do Nordeste para o Mundo: as grandes ideias que vieram de cabeças nordestinas.” O que acham?   Enfim, voltemos ao foco: empreendedorismo. E que tal recomeçar o caminho do texto falando um pouco sobre esse conceito. Tudo bem que é algo já muito bem disseminado na sociedade. Mas uma coisa desse conceito é importante trazer pro nosso papo. Vejamos: A palavra empreendedor é originada do termo francês – entrepreneur -, e é usada para descrever uma pessoa que tem, acima de tudo, a necessidade de realizar coisas novas.

Pessoa que tem necessidade de realizar coisas novas.

Que lindo! Mas, cabe uma observação aqui. Percebam que empreender não necessariamente é montar um negócio, abrir uma empresa, vender algum produto. E é ai que está o pulo do gato, como costumamos falar por aqui. Pois bem, esse post não é sobre negócios. É sobre empreender na sua comunidade. Afinal, é um grande desejo nosso contribuir para que nossa comunidade empreendedora do cariri ganhe mais corpo e engajamento para explorar o empreendedorismo com objetivo de criar coisas novas e eficazes para o dia a dia do caririense.   Empreender é pensar, articular, criar. Mas, acima de tudo, é FAZER! A ação consuma o pensamento. Esse pequeno detalhe é extremamente essencial para o processo de desenvolvimento e para o ecossistema empreendedor. Uma comunidade que pensa muito, cria muito, e pouco faz está anos luz atrás de um outro grupo de pessoas que faz muito mais do que pensa e cria. Partir para a ação é um passo decisivo para empreender.   Logo, além de se articular para debates e construção de um ecossistema empreendedor, é papel da comunidade engajada estimular a ação. É isso que vai garantir uma ideia sair do papel; um projeto ganhar forma; um negócio chegar ao mercado; um produto ser vendido; e etc. É isso que efetiva o processo empreendedor: “pessoa que tem, acima de tudo, a necessidade de REALIZAR coisas novas.” Lembra?   É fato que o “fazer por fazer” sem direcionamento e sem entendimento pode gerar mais riscos e retrabalho. Mas não há trabalho sem ação e não há nada no empreendedorismo que não carregue consigo algum risco. Então, usando a premissa de fortalecer a sociedade, o seu bairro, a sua família, os seus amigos, a partir de uma ideia empreendedora, saiba que ela não pode ficar muito tempo no papel.   Foi assim que foi criada a Black Friday no Brasil. Um grupo formado por pessoas que fomentam o empreendedorismo no país, o Hub do Empreendedor, criaram um sistema de descontos e ofertas especiais em um período específico do ano, engajando os maiores varejistas do país como parceiros e focando no benefício mútuo. Os negócios vendem mais e os consumidores podem ter um produto do seu interesse por um preço bem mais baixo. Esse é um pequeno exemplo de uma ideia empreendedora, com os seguintes indicadores: alto potencial de impacto; alto alcance de beneficiários (cada vez mais gente compra e vende a cada ano); transformação cultural (já é tradição comprar na black friday).   Esse é o nosso recado: fortaleça o empreendedorismo no seu ciclo social; não sofram da síndrome dos eternos estudiosos. Estudem o necessário para garantir algum começo da sua ideia e foque em partir para a ação; compartilhe esse post nas suas redes sociais caso seja interessante para você.   Até a próxima!

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rogerio
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